terça-feira, 27 de abril de 2010



Como quase tudo neste mundo nosso, duplo é o gume: comunicar-se é positivo, mas sinais feitos na sombra, sem verdadeiro nome nem rosto, podem acabar em fantasmáticas perseguições e males. Singular-mente, mas de maneira muito significativa, enquanto estamos velozes e espertos nos computadores, criando mundos virtuais, e jogando jogos cada vez mais complexos, buscamos o nevoeiro desse anonimato e, na época das maiores inovações, curtimos voar com bruxos em suas vassouras, namorar com vampiros e inventar avatares que vão de engraçados a sinistros.

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